quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
FILME DO VAL DA CABRELA
Mais um pequeno filme realizado pelo nosso realizadoz/produtor o tretas Jorge Lima no Val da Cabrela com o projecto btt.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Tantos num dia, tão pouco no outro. Bom estava para contar o passeio do solitário, mas sempre apareceu um companheiro, para fazer companhia. O tretas Tó Zé sempre veio, tarde mas veio. Saímos já eram 8 e 20 da manha, já tinha volta previamente pensada, tinha colocado o track no jps, já que eu é que ia liderar a volta. Desta vez a passagem para o Algueirão já estava aberta, o povo não falha, passamos e fomos subindo até à Cavaleira, para depois passar por baixo do IC 30 e ir ter ao Modelo do Lourel. Passando também pelos arquivos da da camera de Sintra. Seguimos direcção à Terrugem, ai comecei a olhar para o céu e vi umas nuvens muito negras, pensamos que a molha seria certa, mas elas vinhas em direcção contrária à nossa e lá continuamos com fé no S. Pedro. Chegando ás Pereiras, ainda lá se encontram as marcações da maratona de Sintra (infelizmente) fomos até à CAPELA CIRCULAR onde nem paramos para recuperar o tempo de atraso, e descemos rapidamente para o sentido de Janas, a partir dai o jps começou com interferências, devia de ser do mau tempo, mas lá se seguiu por bons caminhos, lá fomos passar ao lado do centro hípico de Fontanelas. Seguiu-se até à praia da Aguda, onde se fotografou um pouco o mar. Voltou-se então de regresso a casa, viemos por Pernigem, em direcção a Terrugem, onde pedalamos por dentro, fugindo à estrada principal até ao Ral, subindo até à Cavaleira de novo e o amigo Tó Zé aproveitou para lavar a sua menina no elefante azul. Chegamos a casa ao meio-dia, com uns 40 km percorridos (boa média). Até outro dia.
CONTINUA POR LIMPAR A PORCARIA DEIXADA PELA ORGANIZAÇÃO DA MARATONA DE SINTRA.




PASSEIO AO MOINHO DA CARREGUEIRA
Reunimo-nos ás 8 da manha como de costume. Com a presença de pessoal novo no grupo. Fomos 6 BTTISTAS no começo, a sair aqui do local de encontro, junto ao café do TI MANEL. Todos reunidos, fomos em direcção à linha do comboio para passar para o Algueirão, mas para nosso azar a CP tinha voltado a fechar a passagem que o povo vai abrindo para facilitar a vida, tivemos de ir pela passagem subterrânea da estação. Lá fomos nós já no Algueirão até à igreja para nos encontrarmos com o amigo Sebastião, que também já dá umas boas pedaladas. Decidiu-se ir até à serra da Carregueira, fazer de novo parte do passeio que a DECATHLON organizou no dia 18 de Novembro (ida ao aqueduto de Belas, preço 10€, que roubo). Passamos por detrás do Modelo, junto as bombas de gasolina da Galp, para descer depois até à estação de Meleças (estação fantasma), ai subiu-se até à estrada da Tala, seguindo-se em direcção ao quartel da Carregueira, passando ao lado do mesmo pedalou-se serra dentro. Não se sabe porque, mas um bttista sentiu-se mal disposto, até porque o trajecto não estava a ter nenhuma dificuldade, se calhar é por andar pouco, não tem ido aos treinos. Mas lá se continuou, todos bem dispostos, uns com frio, outros com calor e comentava-se: “Aquilo sim é uma descida; Ena ganda descida”, o pessoal não tem juízo só quer descidas. Bom mas parece que já começa a ser habito, empresas que organizam passeios com fins lucrativos deixarem toda a poluição nos trilhos (marcações nas arvores, em propriedades privadas, etc.), Mais uma queixa para apresentar as entidades competentes. Então lá se seguiu a poluição, passou-se junto à prisão de Belas e em seguida passar ao lado da carreira de tiro, pedalando sempre a bom ritmo foi-se até ao moinho (um pouco degradado) da Carregueira. Ai comeu-se, bebeu-se, conversou-se, viu-se as vistas, fumou-se e tirou-se umas fotos. Há e houve alguém que imaginou ver um bttista a dar à bomba por causa de um furo, junto ao campo de treino das perdizes (já se vê o futuro e tudo). Pronto descemos do moinho passando de novo ao lado da prisão, pelos caminhos com uns regos jeitosos feitos pelas chuvas que tem caído, fomos até à estrada da Tala, passando a linha do comboio virando logo à direita para ai sim, O FURO DO DIA, o amigo Sebastião, lá está, primeiro pensou que passava só por dar umas bombadas, mas não, FURO É FURO, troca mas é de camera de ar, mais nada. Lá se fez o trabalho, e voltou-se a montar nas meninas para chegarmos a casa por volta das 11 da manha, com uns 27 km percorrido, poucos mas bons, porque assim com tanta gente também é bom. Foi muito bom o convívio, pode ser que da próxima vez apareçam mais. Boas pedaladas e até à próxima.
BOICOTEM SE POSSIVEL PASSEIOS ORGANIZADOS POR EMPRESAS QUE SO O FAZEM PELO LUCRO FINANCEIRO, SEM SE PREOCUPAREM COM O PRAZER DOS DESPORTISTAS, QUE DEIXAM TODAS AS SINALIZAÇÕES (PLASTICOS, GARRAFAS, ETC.) NO LOCAL DO EVENTO, AINDA PRA MAIS COMBRAM UM EXURBITANCIA DE DINHEIRO. PARA O PROXIMO EVENTO ORGANIZADO PELA DECATHLON NA SERRA DA CARREGUEIRA AS MARCAÇÕES JÁ LÁ ESTÃO, MAS PIOR DO QUE NÃO VE È QUEM NÃO QUER VER. LIMPEM A PORCARIA QUE FAZEM, OS TRILHOS NÃO SÃO PARA ESTRAGAR, MASSIM PARA PRESERVAR.
PASSEIO NO CAMPO DE TIRO DE ALCOCHETE
Mais uma vez eu nao pude ir , mas fica aqui um pequeno filme do passeio feito pelo nosso amigo tretas Jorge Lima.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
domingo, 21 de outubro de 2007
VOLTA AO AUTÓDROMO
Mais um Domingo, mais uma voltinha. Decidido na véspera fomos até ao Autódromo. Fui eu, o Jorge, o Antunes e o Luís. Logo depois do café da manhã. Já eram 8 e qualquer coisa estava de saída quando surgiram os primeiros problemas técnicos; o Jorge precisava de subir um pouco o espigão do selim, o que vale é que eu levo sempre todo material necessário para estas e outras coisas. Resolvido o problema, lá fomos nós direitos Vale Flores para passar por baixo do IC30 para seguir até Ranholas. Passamos a estrada em Ranholas e fomos até à escola nacional dos bombeiros, passando à frente da prisão do Linhó. Com cuidado atravessou-se a estrada nacional 251, que liga S. Pedro a Cascais, para passar por detrás do viveiro das plantas e entrar na estrada da Lagoa Azul. Ai passou um grupo bastante numeroso de colegas bttistas que deviam ir até à serra. Lá entrámos para a serra em Vale Cavalos onde virámos à direita e aí apareceu a primeira e pequena dificuldade, uma ligeira subida onde alguns tiveram menos facilidade em conclui-la, outros foram com tão facilidade que seguiram em frente que nem esperam pelos mais lentos, O Antunes fujiu, desapareceu, nós para lhe dar uma lição escondemo-nos, quando voltou, lá estava ele à nossa procura, já aflito decidimos aparecer para ele ficar mais aliviado, mas serviu a lição, esperar sempre pelos menos rápidos. A certa altura outro problema técnico, desta vez com a minha bike!! Um barulho estranho vinha, pensávamos nós do disco traseiro, mas graças ao Luís conseguiu-se resolver o grave problema, que nem eu nem o Jorge ainda tínhamos solucionado. Perto de um estabulo abandonado, o Jorge mostrou-nos o local e uma geo-caixa que lá esta escondida. Desta vez não deixamos a nossa marca, mas na próxima vamos deixar. Chegando ao autódromo, paramos um pouco para ver a passagem das antiguidades da Renault, já que havia ali as corridas da marca durante o fim-de-semana. Prosseguindo viagem pela estrada da Ribeira, fomos até à rotunda das rellotes, onde o perigo espreitou mais uma vez, desta feita foi um veículo automóvel que ia batendo no Luís, mas nada de grave. Fizemos a recta da Delfhi para mais à frente encurtar caminho por mato até à Abrunheira, e como tinha-mos tempo, fomos deixar o Antunes à porta de casa, nós chegamos por volta das 11:30 com pouco mais de 28 km percorridos, mas foi bom, vimos carros antigos no autódromo e aprendemos um local de um geo-caixa.
Até à próxima.
sexta-feira, 19 de outubro de 2007
OIRARTNOC OA SARIEREP SAD ATLOV
Saímos por volta das 8 da manhã, e como sempre “vamos até onde?”. Decidiu-se fazer a volta das pereiras mas ao contrário, para variar um pouco. Ai fomos nós os três, eu, o Jorge e o Antunes. Lá pedalamos nós até à linha do comboio, para passar para o lado do Algueirão e subimos até as bombas de gasolina da Repsol. Passamos por baixo do IC30, um local cada vez com mais lixo infelizmente. Passando ao lado do Modelo fomos até ao Lourel Park, sempre em boa conversa, para sair na estrada que liga o Ral à Terrugem. Quando estamos a chegar à estrada que vai até ao Magoito, houve uma interferência no gps do amigo Jorge prontamente resolvida por mim. Mais tarde, ao chegar a Pernigem, vimos um triste espectáculo: por ali tinha passado o percurso dos 40 km da II maratona de Sintra organizada pelas Praças da Armadas, e não tinham ainda retirado as marcações do percurso (espero que a esta hora já o tenham feito). Depois de uns comentários ali continuamos o nosso passeio, espreitamos se as pereiras tinham material mas não, estavam vazias. Junto da santinha paramos para comer umas barritas (como de costume), sempre acompanhados pelas marcações da maratona, fomos de regresso a casa. Já ao chegar à Terrugem despedimo-nos do Antunes que disse que ia ficar por ali, e segui eu mais o Jorge até ao Ral, fazendo um pouco da recta da Granja onde nos deparamos com um despiste de um automóvel, mas pareceu ser sem gravidade. Passando à frente da casa do policia, subimos em direcção à Cavaleira, para chegar a Mem Martins por volta das 11:20 com cerca de 34 km +/ – pedalados.
Até à próxima
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
VOLTA À ALDEIA DE BROAS
Como de costume, marcamos encontro para as 8 horas em ponto. Como de costume houve atrasos. Como de costume saímos com uns 20 minutos mais tarde. Até aqui não houve novidades, novidades sim foi a presença do Ti Manel que não pedalava desde a Vidigueira (19 de Agosto) e foi também a presença do Tó Zé que estreou finalmente a sua nova bike. Decidimos ir até à aldeia de Broas, uma aldeia situada aqui no conselho de Sintra abandonada há mais de 50 anos. Passamos a linha do comboio até ao Algueirão, em direcção as bombas de gasolina da Repsol, indo passar por baixo do IC30 em direcção ao Lourel. Pedalando contra o vento que se fazia sentir, continuamos a pedalada até São João das Lampas para seguir logo de seguida a Odrinhas, onde fizemos uma primeira pausa para comer umas frutas/barras e descansar as pernas que ainda estavam frescas. Continuando em seguida até ao Funchal, viramos então em direcção à Aldeia de Broas, onde paramos para a visitar e comer também uns figos que por acaso até eram bem bons. Enchemos o bandulho q.b. e descemos até ao rio de cheleiros, onde decidi “deitar” a bike, ainda que devagar, mas deu para dar alguma disposição ao grupo. Chegamos ao rio e continuando o nosso ardo trabalho eis que um momento inesperado!!! O tretas Jorge zangou-se com a sua menina e não sabemos porque bateu com a canela no pedal, isso é que foi desabafar e durante uns 10 minutos só ouvimos isto: “Fo****, car******, me****, fo***, etc, etc, etc”. Ora bem se eu fiz rir, ele fez chorar a rir, pior mandou vir com o Manel porque se tava a rir, depois foi comigo porque eu não me ria!! Vá lá uma pessoa entender os kotas… Continuando a pedalar, o Sr. Manel teve o descaramento de acelerar para ir trabalhar e não disse nada a ninguém, e nós à procura dele. Ao chegarmos decidimos não subir a pedreira, em direcção a Lameiras talvez por causa das canelas, passamos por cima do IC30 em direcção as pedreiras do Algueirão, para depois irmos até à Cavaleira sem antes termos parado na fonte ao pé da casa do polícia, para beber uma água fresquinha. Chegamos a casa por volta das 12 horas com uns 35 km +/ – .
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