Os BTTRETAS

Os BTTRETAS
Grande Foto

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

PASSEIO AO MOINHO DA CARREGUEIRA

Reunimo-nos ás 8 da manha como de costume. Com a presença de pessoal novo no grupo. Fomos 6 BTTISTAS no começo, a sair aqui do local de encontro, junto ao café do TI MANEL. Todos reunidos, fomos em direcção à linha do comboio para passar para o Algueirão, mas para nosso azar a CP tinha voltado a fechar a passagem que o povo vai abrindo para facilitar a vida, tivemos de ir pela passagem subterrânea da estação. Lá fomos nós já no Algueirão até à igreja para nos encontrarmos com o amigo Sebastião, que também já dá umas boas pedaladas. Decidiu-se ir até à serra da Carregueira, fazer de novo parte do passeio que a DECATHLON organizou no dia 18 de Novembro (ida ao aqueduto de Belas, preço 10€, que roubo). Passamos por detrás do Modelo, junto as bombas de gasolina da Galp, para descer depois até à estação de Meleças (estação fantasma), ai subiu-se até à estrada da Tala, seguindo-se em direcção ao quartel da Carregueira, passando ao lado do mesmo pedalou-se serra dentro. Não se sabe porque, mas um bttista sentiu-se mal disposto, até porque o trajecto não estava a ter nenhuma dificuldade, se calhar é por andar pouco, não tem ido aos treinos. Mas lá se continuou, todos bem dispostos, uns com frio, outros com calor e comentava-se: “Aquilo sim é uma descida; Ena ganda descida”, o pessoal não tem juízo só quer descidas. Bom mas parece que já começa a ser habito, empresas que organizam passeios com fins lucrativos deixarem toda a poluição nos trilhos (marcações nas arvores, em propriedades privadas, etc.), Mais uma queixa para apresentar as entidades competentes. Então lá se seguiu a poluição, passou-se junto à prisão de Belas e em seguida passar ao lado da carreira de tiro, pedalando sempre a bom ritmo foi-se até ao moinho (um pouco degradado) da Carregueira. Ai comeu-se, bebeu-se, conversou-se, viu-se as vistas, fumou-se e tirou-se umas fotos. Há e houve alguém que imaginou ver um bttista a dar à bomba por causa de um furo, junto ao campo de treino das perdizes (já se vê o futuro e tudo). Pronto descemos do moinho passando de novo ao lado da prisão, pelos caminhos com uns regos jeitosos feitos pelas chuvas que tem caído, fomos até à estrada da Tala, passando a linha do comboio virando logo à direita para ai sim, O FURO DO DIA, o amigo Sebastião, lá está, primeiro pensou que passava só por dar umas bombadas, mas não, FURO É FURO, troca mas é de camera de ar, mais nada. Lá se fez o trabalho, e voltou-se a montar nas meninas para chegarmos a casa por volta das 11 da manha, com uns 27 km percorrido, poucos mas bons, porque assim com tanta gente também é bom. Foi muito bom o convívio, pode ser que da próxima vez apareçam mais. Boas pedaladas e até à próxima. BOICOTEM SE POSSIVEL PASSEIOS ORGANIZADOS POR EMPRESAS QUE SO O FAZEM PELO LUCRO FINANCEIRO, SEM SE PREOCUPAREM COM O PRAZER DOS DESPORTISTAS, QUE DEIXAM TODAS AS SINALIZAÇÕES (PLASTICOS, GARRAFAS, ETC.) NO LOCAL DO EVENTO, AINDA PRA MAIS COMBRAM UM EXURBITANCIA DE DINHEIRO. PARA O PROXIMO EVENTO ORGANIZADO PELA DECATHLON NA SERRA DA CARREGUEIRA AS MARCAÇÕES JÁ LÁ ESTÃO, MAS PIOR DO QUE NÃO VE È QUEM NÃO QUER VER. LIMPEM A PORCARIA QUE FAZEM, OS TRILHOS NÃO SÃO PARA ESTRAGAR, MASSIM PARA PRESERVAR.

PASSEIO NO CAMPO DE TIRO DE ALCOCHETE

Mais uma vez eu nao pude ir , mas fica aqui um pequeno filme do passeio feito pelo nosso amigo tretas Jorge Lima.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

VOLTA DOS SANTOS

Em dia de todos Santos, alguns TRETAS apareceram, não muitos mas alguns. Como sempre hora de saída às 8 da manhã. Como de costume, “vamos para aonde?” e lá se decidiu ir até à bela serra de Sintra. Lá fomos nós até à vila num andamento bastante tranquilo. Na vila já havia bastantes turistas que passeavam por lá, nós fomos em direcção à rampa da pena, onde num ritmo calmo subimos até ao cruzamento do castelo dos Mouros e fizemos ai a 1ª paragem. Fotos tiradas e conversa em dia continuou-se até à entrada do trilho maravilha que continua bastante sujo, muito mato e arvores cortadas ali no chão que nos dificulta bastante as pedaladas, mas lá se passou. Percorremos rapidamente o trilho mas durante o mesmo o Jorge encontrou um relógio que alguém lá perdeu. Fizemos o trilho da Ilda (cada vez melhor este trilho) para se seguida irmos ter aos Capuchos, onde ai se parou mais um pouco para se conversar e comer umas barritas e frutitas, também deu para encher os bidons de água do pessoal. Mais umas voltas lá por cima e voltámos à entrada do trilho Maravilha. Decidiu-se descer de novo à vila de Sintra e descemos pelo caminho pedestre para sair em frente ao hotel Seteiais (muito bom este trilho). Fomos então de volta à vila descendo pelo bar Fonte da Pipa e passar à frente da Piriquita e voltar ao local de partida por volta das 11 horas com uns 28 km percorridos. Foi bom e ainda bem que não houve nenhum azar, o que já começa a ser habito. Até à próxima .

domingo, 21 de outubro de 2007

VOLTA AO AUTÓDROMO

Mais um Domingo, mais uma voltinha. Decidido na véspera fomos até ao Autódromo. Fui eu, o Jorge, o Antunes e o Luís. Logo depois do café da manhã. Já eram 8 e qualquer coisa estava de saída quando surgiram os primeiros problemas técnicos; o Jorge precisava de subir um pouco o espigão do selim, o que vale é que eu levo sempre todo material necessário para estas e outras coisas. Resolvido o problema, lá fomos nós direitos Vale Flores para passar por baixo do IC30 para seguir até Ranholas. Passamos a estrada em Ranholas e fomos até à escola nacional dos bombeiros, passando à frente da prisão do Linhó. Com cuidado atravessou-se a estrada nacional 251, que liga S. Pedro a Cascais, para passar por detrás do viveiro das plantas e entrar na estrada da Lagoa Azul. Ai passou um grupo bastante numeroso de colegas bttistas que deviam ir até à serra. Lá entrámos para a serra em Vale Cavalos onde virámos à direita e aí apareceu a primeira e pequena dificuldade, uma ligeira subida onde alguns tiveram menos facilidade em conclui-la, outros foram com tão facilidade que seguiram em frente que nem esperam pelos mais lentos, O Antunes fujiu, desapareceu, nós para lhe dar uma lição escondemo-nos, quando voltou, lá estava ele à nossa procura, já aflito decidimos aparecer para ele ficar mais aliviado, mas serviu a lição, esperar sempre pelos menos rápidos. A certa altura outro problema técnico, desta vez com a minha bike!! Um barulho estranho vinha, pensávamos nós do disco traseiro, mas graças ao Luís conseguiu-se resolver o grave problema, que nem eu nem o Jorge ainda tínhamos solucionado. Perto de um estabulo abandonado, o Jorge mostrou-nos o local e uma geo-caixa que lá esta escondida. Desta vez não deixamos a nossa marca, mas na próxima vamos deixar. Chegando ao autódromo, paramos um pouco para ver a passagem das antiguidades da Renault, já que havia ali as corridas da marca durante o fim-de-semana. Prosseguindo viagem pela estrada da Ribeira, fomos até à rotunda das rellotes, onde o perigo espreitou mais uma vez, desta feita foi um veículo automóvel que ia batendo no Luís, mas nada de grave. Fizemos a recta da Delfhi para mais à frente encurtar caminho por mato até à Abrunheira, e como tinha-mos tempo, fomos deixar o Antunes à porta de casa, nós chegamos por volta das 11:30 com pouco mais de 28 km percorridos, mas foi bom, vimos carros antigos no autódromo e aprendemos um local de um geo-caixa. Até à próxima.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

OIRARTNOC OA SARIEREP SAD ATLOV

Saímos por volta das 8 da manhã, e como sempre “vamos até onde?”. Decidiu-se fazer a volta das pereiras mas ao contrário, para variar um pouco. Ai fomos nós os três, eu, o Jorge e o Antunes. Lá pedalamos nós até à linha do comboio, para passar para o lado do Algueirão e subimos até as bombas de gasolina da Repsol. Passamos por baixo do IC30, um local cada vez com mais lixo infelizmente. Passando ao lado do Modelo fomos até ao Lourel Park, sempre em boa conversa, para sair na estrada que liga o Ral à Terrugem. Quando estamos a chegar à estrada que vai até ao Magoito, houve uma interferência no gps do amigo Jorge prontamente resolvida por mim. Mais tarde, ao chegar a Pernigem, vimos um triste espectáculo: por ali tinha passado o percurso dos 40 km da II maratona de Sintra organizada pelas Praças da Armadas, e não tinham ainda retirado as marcações do percurso (espero que a esta hora já o tenham feito). Depois de uns comentários ali continuamos o nosso passeio, espreitamos se as pereiras tinham material mas não, estavam vazias. Junto da santinha paramos para comer umas barritas (como de costume), sempre acompanhados pelas marcações da maratona, fomos de regresso a casa. Já ao chegar à Terrugem despedimo-nos do Antunes que disse que ia ficar por ali, e segui eu mais o Jorge até ao Ral, fazendo um pouco da recta da Granja onde nos deparamos com um despiste de um automóvel, mas pareceu ser sem gravidade. Passando à frente da casa do policia, subimos em direcção à Cavaleira, para chegar a Mem Martins por volta das 11:20 com cerca de 34 km +/ – pedalados. Até à próxima

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

VOLTA À ALDEIA DE BROAS

Como de costume, marcamos encontro para as 8 horas em ponto. Como de costume houve atrasos. Como de costume saímos com uns 20 minutos mais tarde. Até aqui não houve novidades, novidades sim foi a presença do Ti Manel que não pedalava desde a Vidigueira (19 de Agosto) e foi também a presença do Tó Zé que estreou finalmente a sua nova bike. Decidimos ir até à aldeia de Broas, uma aldeia situada aqui no conselho de Sintra abandonada há mais de 50 anos. Passamos a linha do comboio até ao Algueirão, em direcção as bombas de gasolina da Repsol, indo passar por baixo do IC30 em direcção ao Lourel. Pedalando contra o vento que se fazia sentir, continuamos a pedalada até São João das Lampas para seguir logo de seguida a Odrinhas, onde fizemos uma primeira pausa para comer umas frutas/barras e descansar as pernas que ainda estavam frescas. Continuando em seguida até ao Funchal, viramos então em direcção à Aldeia de Broas, onde paramos para a visitar e comer também uns figos que por acaso até eram bem bons. Enchemos o bandulho q.b. e descemos até ao rio de cheleiros, onde decidi “deitar” a bike, ainda que devagar, mas deu para dar alguma disposição ao grupo. Chegamos ao rio e continuando o nosso ardo trabalho eis que um momento inesperado!!! O tretas Jorge zangou-se com a sua menina e não sabemos porque bateu com a canela no pedal, isso é que foi desabafar e durante uns 10 minutos só ouvimos isto: “Fo****, car******, me****, fo***, etc, etc, etc”. Ora bem se eu fiz rir, ele fez chorar a rir, pior mandou vir com o Manel porque se tava a rir, depois foi comigo porque eu não me ria!! Vá lá uma pessoa entender os kotas… Continuando a pedalar, o Sr. Manel teve o descaramento de acelerar para ir trabalhar e não disse nada a ninguém, e nós à procura dele. Ao chegarmos decidimos não subir a pedreira, em direcção a Lameiras talvez por causa das canelas, passamos por cima do IC30 em direcção as pedreiras do Algueirão, para depois irmos até à Cavaleira sem antes termos parado na fonte ao pé da casa do polícia, para beber uma água fresquinha. Chegamos a casa por volta das 12 horas com uns 35 km +/ – .

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

RAID DA VIDIGUEIRA 2007

Chegamos à Vidigueira na véspera, tudo preparado para estreia de dois TRETAS no mítico raid de TRILHOS DE BACO. Infelizmente houve um baixa de ultima hora para a nossa representação nos 40 km, o Jorge lesionou-se no fim-de-semana anterior e assim ficámos sem nenhum representante no percurso “dos miúdos”. Mas ele foi connosco, foi viver a prova por fora, pela primeira vez em 4 anos. Assim que chegámos, fomos até a residencial confirmar os quartos (uma noite melhor dormida do que no parque de campismo) e logo a seguir fomos até aos bombeiros levantar os dorsais, já se podia ver a boa disposição do pessoal da organização. Mas o que interessa mesmo é a prova e essa foi no domingo. Levantámo-nos por volta das sete e meia da manhã, ainda um pouco ensonados mas bem disposto, com vontade de fazer os 70 km da prova. Depois do pequeno-almoço na residencial, fomos tomar um café perto do local de partida. Chegámos ao local de partida, deu-se umas voltinhas para aquecer as pernas e deu-se também as ultimas afinações. Chegou a hora da verdade, nove horas tiro de partida. Como não estávamos lá para ganhar, partimos na cauda do pelotão. No princípio já havia muita gente a acelerar para se chegar à frente, mas nós íamos no nosso andamento, tranquilos, pois a volta era grande. Aos 13 km havia o 1º ponto de abastecimento, ninguém parou. Aos 26 km um segundo abastecimento e ai já paramos uns 30 segundo para por um pouco de água nos bindons e continuou-se a pedalar, mas pouco depois começaram a aparecer as primeiras dificuldades e ai o TRETAS XICO e o TRETAS ANTUNES começaram a fraquejar (muito cedo); ficaram um pouco para trás e eu e o TRETAS TI MANEL decidimos continuar com o nosso ritmo (que até nem era muito rápido); mas cerca de 10 km mais à frente o Ti Manel apeteceu-lhe uma barrita de cereais e aproveitamos para esperar pelos outros dois TRETAS. Quando chegaram também eles comeram uma barrita cada um e continuamos a pedalar, mas ainda com as dificuldades do Xico e do Antunes que voltaram a ficar para trás e só nos apanharam no 3º ponto de abastecimento onde nos esperamos por eles cerca de 5 minutos e eu ai aproveitei para comer uma bananita do Alberto João Jardim, já tínhamos percorrido 42 km e nesta altura eu e o Ti Manel decidimos percorrer o resto do percurso sem voltar a esperar pelos outros 2, já que queríamos fazer o melhor tempo possível. Como fomos sempre a pedalar bem até ao meu ponto crítico, a partir dos 60 km comecei a fraquejar, com dores nas costas, mas sempre a pedalar, com gosto e vontade de fazer o melhor possível, o Ti Manel lá ia esperando por mim, mais ou menos, também não o “prendi” muito. Já perto da meta os últimos 4 km eram a descer e ai deu para descansar um pouco e recuperar. Chegamos à meta com um bom tempo para as nossas condições; 4 horas 26 minutos e 16 segundos. De acrescentar que tudo correu muito bem, nem um sequer nós tivemos o que diz que as nossas máquinas iam em excelentes condições. Foi muito bom ter participado numa prova como esta, muito bem organizada e o trajecto muito bem indicado. Para o ano esperamos lá estar de novo, mas se possível fazer melhores tempos e com todos os elementos em condições físicas boas, pois o Antunes (???) e o Xico queixaram-se de cãibras, o que não era de esperar. Até para o ano se DEUS quiser. Em breve terei aqui o vídeo caseiro realizado pelo TRETAS Jorge e mais fotos. Classificações oficiais em: www.trilhosdebaco.com Vídeo da prova em: www.btt-tv.com

quarta-feira, 11 de julho de 2007

VOLTA AZARADA

Pois é, há dias em que não se pode sair de casa!! Foi o caso de hoje. Hora do costume e local do costume também, seis tretas para mais uma volta. Como previamente combinado íamos até à serra da Piedade. Saímos ás 8 da manhã, desta vez a horas, passámos a linha do comboio para o Algueirão, todos bem dispostos, pensando que ia ser um teste sério para a Vidigueira, mas não, foi mais um teste a reparar furos e treinar pedais de encaixe. Tudo bem até ao cruzamento de Vale de Lobos, ai o Valenteu ia sendo abalrroado por um veículo de 4 rodas, uma buzinadela para abrir a pestana. Nas bombas de gasolina mais um pouco de ar para o Gonçalo. Grupo reunido foi-se em direcção a Almornos, e na subida da Piedade ai está os primeiros problemas; eu furo e o Ti Manel cai mesmo ao pé de mim porque não conseguiu tirar um pé do pedal, caiu direitinho no chão. Eu começo a por mãos à obra e troco de camera dar, depois de algum tempo e algumas duvidas, lá se reparou o furo e seguiu-se caminho (quero agradecer a ajuda do mecânico de serviço, Jorge Lima, pelo que fez ; ou pelo que não fez). Continuando a caminho do parque de campismo de Lisboa, pedalou-se a bom ritmo, em direcção a Belas, passando por trás do comdominio de Belas, fomos até à prisão. "Há tempo ainda?" perguntou o Jorge; eu respondi "Há, se não houver eu aperto;". Lá se seguiu ao lado do campo de tiro da Carregueira, depois de 2 minutos de descanso, desnecessário, no local do pessoal do dh, o Manel tentou inventar um regresso diferente do previsto (teve de voltar para trás) enquanto o Antunes estava preocupado com um furo ligeiro, dizia ele, deu ar para chegar até casa. Tudo bem até ao cruzamento da Venda Seca, ai o sr. Antunes teve mesmo de trocar de camera da ar por causa do furo ligeiro. Depois de mais 5 minutos continuou-se e bem depressa até à Baratã para depois virar à esquerda em direcção ao Modelo da Tapada das Mercês. Ai ia eu, o Gonçalo e o Manel na frente, o Valenteu mais atrás mas mais afastado, ele decidiu ir em frente, sozinho, nem esperou pelo pessoal de trás o Jorge e o Antunes. Ponto de encontro novamente foi nas bombas de gasolina da Galp, em direcção ao cemitério do Algueirão. Tudo bem, já quase em casa o sr Antunes volta a furar de novo!!! Bolas é demais! Acabou a prova de bike à mão. Nós chegamos por volta das 11.15 com uns 30 km percorridos com grande dificuldades técnicas. Se calhar os mecânicos andam distraídos. Resumo final: 3 furos; 1 queda; 1 perdido e achado no final. Até à próxima, mas que seja melhor.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

VOLTA À SERRA DA PIEDADE

Como de costume combina-se com meia duzia e só aparecem metade, uns que estão doentes outros não sei porque (mas desconfio). Hoje eu o Jorge e o amigo Francisco como combinado lá nos encontrámos para dar uma voltinha por ai. Decidimos ir até à serra da Piedade, saimos ás 8 como combinado, passanado a linha para o lado do Algueirão, subimos em direcção à igreja, seguindo até ao Telhal por terra batida. No Telhal , passamos a passegem de nível indo por estrada até Almornos, pouco depois apareceu o 1º ponto de dificuldade, subir à serra da Piedade por estrada. Junto à igreja descansou-se um pouco para ganhar folêgo. Passando por trás 1º e depois na estrada à frente do clube de campismo de Lisboa, fomos pedalando rapidamente até as traseiras do comdomínio de Belas, mas como o andamento era bom, decidimos junto à prisão acrescentar um pouco à volta. Junto à prisão fomos passar ao lado do campo de golfe de Belas, para depois ir ter ao local onde a malta do downhill costuma "brincar " um pouco. Descançámos e comemos umas barritas, ai recebemos a informação que chovia em Mem Martins (???), aumentando a nossa preocupação "LOGO HOJE QUE NÃO TROUXE O IMPERMIAVEL"-disse eu! "EU TAMBÉM NÃO" - respondeu o Jorge. Mas como não havia nada a fazer, lá continuamos, pensando na molha. Chegando à estrada de Belas, foi num instante que nos pusemos junto do quartel militar da Carregueira, por estrada, saimos para o mato antes da Tala, em direcção a Meleças (passando ao lado da estação fantasma), e logo a seugir chegou o habitual "é por aqui", "não é por ali", "vamos por aqui". Lá se decidiu, fomos por caminhos desconhecidos, mas viemos ter ao pé das bombas da Galp junto ao Modelo, no Algueirão, passando por mais uma bela subida. Fomos em direcção ao cemitério do Algueirão, para ai deixar o amigo Frascisco. Chegando a casa por volta das 11 horas com 32 +/- km percorridos, e sem chuva. A seguir foi um gin tónico no TI MANEL (ganda tretas este!!!). ATÉ À PRÓXIMA!

sexta-feira, 8 de junho de 2007

VOLTA ATÉ ARENEIRO DOS MARINHEIROS

Com o bom tempo juntámo-nos para uma voltinha de cerca 35 km +/-, eu, o Jorge, o Luis, e até as surpresas do Manel e do Gonçalo. Encontrámos-nos as 8 da manhã, mas como há sempre atrasos e só saimos por volta das 8:15. Passamos a linha até ao Algueirão indo pelo Modelo de Lourel, até aqui tudo bem. Seguindo a bom ritmo e ao passar a possilga localizada na Terrugem, o Gonçalo teve uma ameaça de furo, mas nao era só um pneu mal cheio (penso que foi para descançar um pouco, já que o ritmo era elevado). Continuando a pedalar, passou-se a estrada do Magoito em direcçao as pereiras, ai, com umas canas no meio do caminho a dificultar o andamento. Por caminhos novos , pelo menos para mim, fomos por um "single-trek" onde houve grandes dificuldades de alguns companheiros (acho que foi dos oregãos), depois de uns 4/5 à espera lá apareceram para continuarmos até Gouveia. Aí nas fonte da terra descançamos pera 1ª vez, rebrescamo-nos bem porque o calor apertou, comeu-se e bebeu-se. Quase 10 horas volta a pedalar em direcção a Fontanelas. Já com um andamento mais lento, as surpresas estavam a claudicar, chegamos até ao cruzamento do Magoito, indo por estrada até quase à Terrugem, já perto passamos pelo Ral e fomos até à Cavaleira, voltando a passar a linha do comboio até Mem Martins, chegamos às 11 horas e fomos beber um gin tonico. Por motivos de probelemas técnicos nao houve fotos. ATÉ À PROXIMA

XV PASSEIO LISBOA ANTIGA DE BICICLETA

Eu não pude ir, mas a malta daqui foi. Vejam o vidio realizado pelo tretas Jorge Lima.

BT TRETAS E AMIGOS