Os BTTRETAS

Os BTTRETAS
Grande Foto

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

RAID DA VIDIGUEIRA 2007

Chegamos à Vidigueira na véspera, tudo preparado para estreia de dois TRETAS no mítico raid de TRILHOS DE BACO. Infelizmente houve um baixa de ultima hora para a nossa representação nos 40 km, o Jorge lesionou-se no fim-de-semana anterior e assim ficámos sem nenhum representante no percurso “dos miúdos”. Mas ele foi connosco, foi viver a prova por fora, pela primeira vez em 4 anos. Assim que chegámos, fomos até a residencial confirmar os quartos (uma noite melhor dormida do que no parque de campismo) e logo a seguir fomos até aos bombeiros levantar os dorsais, já se podia ver a boa disposição do pessoal da organização. Mas o que interessa mesmo é a prova e essa foi no domingo. Levantámo-nos por volta das sete e meia da manhã, ainda um pouco ensonados mas bem disposto, com vontade de fazer os 70 km da prova. Depois do pequeno-almoço na residencial, fomos tomar um café perto do local de partida. Chegámos ao local de partida, deu-se umas voltinhas para aquecer as pernas e deu-se também as ultimas afinações. Chegou a hora da verdade, nove horas tiro de partida. Como não estávamos lá para ganhar, partimos na cauda do pelotão. No princípio já havia muita gente a acelerar para se chegar à frente, mas nós íamos no nosso andamento, tranquilos, pois a volta era grande. Aos 13 km havia o 1º ponto de abastecimento, ninguém parou. Aos 26 km um segundo abastecimento e ai já paramos uns 30 segundo para por um pouco de água nos bindons e continuou-se a pedalar, mas pouco depois começaram a aparecer as primeiras dificuldades e ai o TRETAS XICO e o TRETAS ANTUNES começaram a fraquejar (muito cedo); ficaram um pouco para trás e eu e o TRETAS TI MANEL decidimos continuar com o nosso ritmo (que até nem era muito rápido); mas cerca de 10 km mais à frente o Ti Manel apeteceu-lhe uma barrita de cereais e aproveitamos para esperar pelos outros dois TRETAS. Quando chegaram também eles comeram uma barrita cada um e continuamos a pedalar, mas ainda com as dificuldades do Xico e do Antunes que voltaram a ficar para trás e só nos apanharam no 3º ponto de abastecimento onde nos esperamos por eles cerca de 5 minutos e eu ai aproveitei para comer uma bananita do Alberto João Jardim, já tínhamos percorrido 42 km e nesta altura eu e o Ti Manel decidimos percorrer o resto do percurso sem voltar a esperar pelos outros 2, já que queríamos fazer o melhor tempo possível. Como fomos sempre a pedalar bem até ao meu ponto crítico, a partir dos 60 km comecei a fraquejar, com dores nas costas, mas sempre a pedalar, com gosto e vontade de fazer o melhor possível, o Ti Manel lá ia esperando por mim, mais ou menos, também não o “prendi” muito. Já perto da meta os últimos 4 km eram a descer e ai deu para descansar um pouco e recuperar. Chegamos à meta com um bom tempo para as nossas condições; 4 horas 26 minutos e 16 segundos. De acrescentar que tudo correu muito bem, nem um sequer nós tivemos o que diz que as nossas máquinas iam em excelentes condições. Foi muito bom ter participado numa prova como esta, muito bem organizada e o trajecto muito bem indicado. Para o ano esperamos lá estar de novo, mas se possível fazer melhores tempos e com todos os elementos em condições físicas boas, pois o Antunes (???) e o Xico queixaram-se de cãibras, o que não era de esperar. Até para o ano se DEUS quiser. Em breve terei aqui o vídeo caseiro realizado pelo TRETAS Jorge e mais fotos. Classificações oficiais em: www.trilhosdebaco.com Vídeo da prova em: www.btt-tv.com

quarta-feira, 11 de julho de 2007

VOLTA AZARADA

Pois é, há dias em que não se pode sair de casa!! Foi o caso de hoje. Hora do costume e local do costume também, seis tretas para mais uma volta. Como previamente combinado íamos até à serra da Piedade. Saímos ás 8 da manhã, desta vez a horas, passámos a linha do comboio para o Algueirão, todos bem dispostos, pensando que ia ser um teste sério para a Vidigueira, mas não, foi mais um teste a reparar furos e treinar pedais de encaixe. Tudo bem até ao cruzamento de Vale de Lobos, ai o Valenteu ia sendo abalrroado por um veículo de 4 rodas, uma buzinadela para abrir a pestana. Nas bombas de gasolina mais um pouco de ar para o Gonçalo. Grupo reunido foi-se em direcção a Almornos, e na subida da Piedade ai está os primeiros problemas; eu furo e o Ti Manel cai mesmo ao pé de mim porque não conseguiu tirar um pé do pedal, caiu direitinho no chão. Eu começo a por mãos à obra e troco de camera dar, depois de algum tempo e algumas duvidas, lá se reparou o furo e seguiu-se caminho (quero agradecer a ajuda do mecânico de serviço, Jorge Lima, pelo que fez ; ou pelo que não fez). Continuando a caminho do parque de campismo de Lisboa, pedalou-se a bom ritmo, em direcção a Belas, passando por trás do comdominio de Belas, fomos até à prisão. "Há tempo ainda?" perguntou o Jorge; eu respondi "Há, se não houver eu aperto;". Lá se seguiu ao lado do campo de tiro da Carregueira, depois de 2 minutos de descanso, desnecessário, no local do pessoal do dh, o Manel tentou inventar um regresso diferente do previsto (teve de voltar para trás) enquanto o Antunes estava preocupado com um furo ligeiro, dizia ele, deu ar para chegar até casa. Tudo bem até ao cruzamento da Venda Seca, ai o sr. Antunes teve mesmo de trocar de camera da ar por causa do furo ligeiro. Depois de mais 5 minutos continuou-se e bem depressa até à Baratã para depois virar à esquerda em direcção ao Modelo da Tapada das Mercês. Ai ia eu, o Gonçalo e o Manel na frente, o Valenteu mais atrás mas mais afastado, ele decidiu ir em frente, sozinho, nem esperou pelo pessoal de trás o Jorge e o Antunes. Ponto de encontro novamente foi nas bombas de gasolina da Galp, em direcção ao cemitério do Algueirão. Tudo bem, já quase em casa o sr Antunes volta a furar de novo!!! Bolas é demais! Acabou a prova de bike à mão. Nós chegamos por volta das 11.15 com uns 30 km percorridos com grande dificuldades técnicas. Se calhar os mecânicos andam distraídos. Resumo final: 3 furos; 1 queda; 1 perdido e achado no final. Até à próxima, mas que seja melhor.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

VOLTA À SERRA DA PIEDADE

Como de costume combina-se com meia duzia e só aparecem metade, uns que estão doentes outros não sei porque (mas desconfio). Hoje eu o Jorge e o amigo Francisco como combinado lá nos encontrámos para dar uma voltinha por ai. Decidimos ir até à serra da Piedade, saimos ás 8 como combinado, passanado a linha para o lado do Algueirão, subimos em direcção à igreja, seguindo até ao Telhal por terra batida. No Telhal , passamos a passegem de nível indo por estrada até Almornos, pouco depois apareceu o 1º ponto de dificuldade, subir à serra da Piedade por estrada. Junto à igreja descansou-se um pouco para ganhar folêgo. Passando por trás 1º e depois na estrada à frente do clube de campismo de Lisboa, fomos pedalando rapidamente até as traseiras do comdomínio de Belas, mas como o andamento era bom, decidimos junto à prisão acrescentar um pouco à volta. Junto à prisão fomos passar ao lado do campo de golfe de Belas, para depois ir ter ao local onde a malta do downhill costuma "brincar " um pouco. Descançámos e comemos umas barritas, ai recebemos a informação que chovia em Mem Martins (???), aumentando a nossa preocupação "LOGO HOJE QUE NÃO TROUXE O IMPERMIAVEL"-disse eu! "EU TAMBÉM NÃO" - respondeu o Jorge. Mas como não havia nada a fazer, lá continuamos, pensando na molha. Chegando à estrada de Belas, foi num instante que nos pusemos junto do quartel militar da Carregueira, por estrada, saimos para o mato antes da Tala, em direcção a Meleças (passando ao lado da estação fantasma), e logo a seugir chegou o habitual "é por aqui", "não é por ali", "vamos por aqui". Lá se decidiu, fomos por caminhos desconhecidos, mas viemos ter ao pé das bombas da Galp junto ao Modelo, no Algueirão, passando por mais uma bela subida. Fomos em direcção ao cemitério do Algueirão, para ai deixar o amigo Frascisco. Chegando a casa por volta das 11 horas com 32 +/- km percorridos, e sem chuva. A seguir foi um gin tónico no TI MANEL (ganda tretas este!!!). ATÉ À PRÓXIMA!

sexta-feira, 8 de junho de 2007

VOLTA ATÉ ARENEIRO DOS MARINHEIROS

Com o bom tempo juntámo-nos para uma voltinha de cerca 35 km +/-, eu, o Jorge, o Luis, e até as surpresas do Manel e do Gonçalo. Encontrámos-nos as 8 da manhã, mas como há sempre atrasos e só saimos por volta das 8:15. Passamos a linha até ao Algueirão indo pelo Modelo de Lourel, até aqui tudo bem. Seguindo a bom ritmo e ao passar a possilga localizada na Terrugem, o Gonçalo teve uma ameaça de furo, mas nao era só um pneu mal cheio (penso que foi para descançar um pouco, já que o ritmo era elevado). Continuando a pedalar, passou-se a estrada do Magoito em direcçao as pereiras, ai, com umas canas no meio do caminho a dificultar o andamento. Por caminhos novos , pelo menos para mim, fomos por um "single-trek" onde houve grandes dificuldades de alguns companheiros (acho que foi dos oregãos), depois de uns 4/5 à espera lá apareceram para continuarmos até Gouveia. Aí nas fonte da terra descançamos pera 1ª vez, rebrescamo-nos bem porque o calor apertou, comeu-se e bebeu-se. Quase 10 horas volta a pedalar em direcção a Fontanelas. Já com um andamento mais lento, as surpresas estavam a claudicar, chegamos até ao cruzamento do Magoito, indo por estrada até quase à Terrugem, já perto passamos pelo Ral e fomos até à Cavaleira, voltando a passar a linha do comboio até Mem Martins, chegamos às 11 horas e fomos beber um gin tonico. Por motivos de probelemas técnicos nao houve fotos. ATÉ À PROXIMA

XV PASSEIO LISBOA ANTIGA DE BICICLETA

Eu não pude ir, mas a malta daqui foi. Vejam o vidio realizado pelo tretas Jorge Lima.

terça-feira, 27 de março de 2007

VOLTA ATÉ À SERRA DE SINTRA

Hoje segunda-feira, como o combinado na véspera, se não chovesse, fomos mais uma vez dar uma volta, mas desta vez, com grandes alterações na equipa; o Cota não quis ir, o Ti Manel também não foi porque tava a chover em frente à casa dele (é pena ele não morar ao pede nós), apareceu o Gonçalo e o Scott. Depois do café combinámos que o melhor era ir até à bela Serra de Sintra, depois o que choveu durante a noite não dava muitas hipóteses. Saímos já eram 8 e 15, em direcção a Vale Flores, já com o Gonçalo a dizer que já não andava à 2 meses, não queria subir muito. Atravessamos a estrada em Ranholas, para de seguida passarmos à frente da Escola Nacional de Bombeiros e da prisão do Linhó. Com sorte tivemos facilidade em passar a estrada do autódromo, para passarmos por de traz dos viveiros das plantas. Pedalando até à estrada da Lagoa Azul, com paragens de manutenção para por ar nos pneus lá fomos e decidimos subir a serra pelos Jipes. Logo ao princípio, iam todos bem dispostos, quando uns caninos (velhotes coitados) se fizeram a nós, com alguma hesitação lá seguimos viagem estrada a cima. A meio já havia baixas, o Scott não se tava a sentir bem e desmontou, mas como a pressa hoje não era muita, paramos para ele descansar. Sem grandes problemas, chegamos à estrada ao fim de 1 hora +/ –. Parou-se e descansou-se. Viramos à direita em direcção ao trilho Maravilha, que diga-se, espero que não estraguem mais do que já esta!!! Aproveitamos e descemos também o trilho da “Ilda” que também não esta fácil ao principio. Continuando antes dos Capuchos entramos dentro da quinta para fazermos umas voltinhas, mas que idéia triste a minha; ao chegar ao fim, tinha de me espalhar, claro, nada de grave, foi mais por burrice talvez. Por fim nos Capuchos. Comeu-se umas barritas e fumou-se uns cigarritos. Veio ter connosco um amigo que se tava a iniciar no BTT, bem equipado, com mapa e tudo, mas era difícil para nós lhe indicarmos trilhos, quando ele não conhecia nada. Seguindo viagem, decidimos descer a serra, tudo corria bem e iamos descontraídos, eu cá atrás aconselhava o Scott a ter cuidado, porque a descida era perigosa, quando olho para a frente já andava o Gonçalo aos papéis, claro que acabou por cair, ainda por cima disse “QUASE NÃO IA CAINDO”, sem mazelas, felizmente, depois de umas boas gargalhadas seguimos. Quase a chegar à estrada, uma maquina que estava arranjar os caminhos, ia nos atropelando. Depois na estrada e já com o Gonçalo a queixar-se de tudo, regressamos depressa a casa, mas desta vez viemos pela Impala, passando à frente das futuras instalações da Decatlon. Chegamos por volta do meio-dia, com Gonçalo a dizer que ia almoçar bacalhau com grão e dormir no sofá o resto da tarde; sempre foram uns 36 km. Duas notas finais; quando se realizar provas na serra, devem ser retiradas as marcações dos trajectos, principalmente quando são plásticos, a serra TAMBÉM É DE TODOS. Aproveito também para dizer que não deve ser só o mato limpo, a porcaria que os “porcos” lá deixam também deve ser retirada por alguém competente para isso. BOAS PEDALADAS.

VOLTA DO MOINHO EM SÃO JOÃO DAS LAMPAS

Hoje reunimo-nos por volta das 8 da manha, com menos uma hora de sono, pois tinha mudado a hora esta madrugada. Com algumas alterações no grupo, o Luís não apareceu, ainda não sei porque, mas veio o Jorge, o Armando do laçarote e o Antunes. Enquanto se bebia o café discutia-se para onde ir; foi o passeio do moinho em São João das Lampas. Saímos 15 minutos depois da hora marcada, como de costume não saímos a horas. Atravessamos a linha do comboio em direcção à Cavaleira, seguindo o caminho até à recta da Granja. Continuando a pedalar, com uma ligeira baixa no amigo COTA (doía a cabeça; fracos) fomos até ao restaurante Amaral, atravessando a estrada para a Terrugem, sempre descontraídos e sem pressa. Continuando a pedalar, começou-se a apanhar um pouco de lama, as dificuldades começaram a surgir, ninguém queria sujar as bikes, pois a lama era só ali na zona. Mais uma paragem forçada devido à cabeça do Jorge um pouco antes da Terrugem. Seguindo caminho devagar passamos a estrada em direcção a Alfaquiques. Já a chegar a São João das Lampas, levamos com um cheiro bastante desagradável, quase não se podia respirar. Com 1 hora e pouco chegamos ao moinho de São João das Lampas, ai descansou-se, comeu-se umas barritas e umas frutas (não havia bifanas desta vez), fumou-se uns cigarritos e deu pra descontrair. Pusemo-nos no mato outra vez em direcção a Olelas, já tudo recuperado e sem dores de cabeça. Em passo aclarado, fomos até a escola da Terrugem para entrar dentro do mato novamente e passar junto de uns cavalinhos que passeavam por ali sozinhos, mas sem nós darmos muita cofiança a eles, não vá o diabo tece-las. Regressamos directos ao Ral onde o caminho tava bastante complicado, lá na frente ia eu, o Antunes e o Xico, quando ouvimos “ENTÃO PÁ”; diz o Xico logo a seguir “Olha já alguém caiu”; nem mais, o amigo Armando deitou-se, sem nós sabermos, mas felizmente nada de grave. Mais uma pausa num dos moinhos velhos e abandonados, ver mazelas e o Antunes a fazer-nos rir (só ele). Descemos rapidamente até à estrada que passa pelo cemitério do Lourel, passamos o Modelo e chegamos a casa por volta das 11 e 15 minutos com uns 30 km ligeiros mas positivos pela companhia e boa disposição. Só um à parte, andar de bike passa dores de cabeça.

terça-feira, 20 de março de 2007

VOLTA DE BELAS

No domingo como de costume lá nos reunimos nós no local combinado, bebemos o cafezito e partimos em busca de um agradável passeio, desta vez com a companhia do Valenteu. Decidimos (eu) ir até Belas, já que nenhum tinha ido por lá. Passamos a linha do comboio para o Algueirão e subimos até à igreja, lá estava o pessoal do bicicletando para a voltinha domingueira. Seguimos em frente até à Barrosa em direcção à passagem de nível do Telhal, depois de passar mos a linha lá entramos no mato e ai começaram os problemas técnicos para alguns, logo na primeira subida começaram a saltar correntes, mas nada de grave por enquanto, na cimo já se começaram a tirar casacos, já aquecia. Continuando a pedalar, mais duas subidas, na ultima e mais complicada apenas foi subida pelo nosso amigo Xico com muito esforço, e lá chegámos à prisão de Belas, onde nos cruzamos com um grupo de betetistas. Passamos a estrada em direcção ao condomínio de Belas, continuando com os problemas de corrente. Depois de varias subidas ligeiras, que ia deixando mossas paramos para descansar e reabastecer a forças. De partida o nosso amigo Luís reparou que o travão da sua bike não estava nas melhores condições, com a ajuda de um clips, sim um clips, lá ficou a bike pronta a rolar. Em direcção ao parque de campismo de Vale de Lobos, passando ao lado fomos até Almornos, em direcção ao Pé da Serra, passando junto à igreja descendo pela serra até à estrada que nos levaria de novo ao Telhal. De regresso à Barrosa sem antes passarmos umas cabritas bem engraçadas que aproveitavam o sol e a erva. Viemos pelo nosso amigo brasileiro e voltamos a passar na igreja do Algueirão, atravesando a linha para o lado de Mem Martins. Chegando a casa cedo por volta das 11 horas, mas com um ligeiro desgaste físico, já que hoje foi preciso puxar pelo cabedal.

quinta-feira, 15 de março de 2007

VOLTA AS PEREIRAS

Pois é com o bom tempo a chegar deixámos a serra e fomos dar uma voltinha até as pereiras, mesmo assim ainda apanhamos bastante lama. Saímos por volta das 8 e 15, passamos a linha para o Algueirão e fomos até ao cemitério de Lourel. Pedalando a bom ritmo chegamos a estrada do Magoito bem depressa, ai para alguns já dava fome e o cigarrito da praxe, mas não continuamos. Ao atravessar o ribeiro, o Xico tentou subir a pedalar, mas é muita fruta, mas valeu tentar. Sem azares nem complicações fomos passar pelas pereiras e parar junto da estrada para comer a barrita do costume, ai tivemos a companhia de um amigo que era da Terrugem e ia até ao Magoito, ia bastante desequipado, só levava a bike. Lá nos fizemos a estrada a caminho de casa, sem antes pelo caminho não ter tido uns ameaços de queda, mas tudo correu bem felizmente. Regressamos pelo Ral até ao restaurante Amaral, fomos ate ao bairro da Cavaleira, ai os meus companheiros de passeio dessidiram ir até ao elefanta azul lavar as bikes que tinham bastante lama. Chegamos por volta das 11 e 15 com uns 30 km nas pernas, foi pouco mas bom.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

VOLTA DAS PONTES

Ora lá fomos nós para mais uma volta, com algumas trocas na equipa, uns que não foram porque não tinham disponibilidade ou porque não quiseram, outros apareceram, já que há muito que não nos acompanhavam, também fazem falta ao convívio. Mas bom, vamos é à volta. Saímos do local do costume por volta das 8:30, como sempre, eu, o Jorge, o Xico e o Valenteu (que até surpreendeu, parece que trocou a roda da frente e agora anda mais depressa, diz ele). Fomos até à bela Vila de Sintra, depois de termos passado por baixo do túnel da estação de comboios da Portela de Sintra, desde lá encontrámos 2 amigos que quase sempre nos cruzamos com eles até aos Capuchos, depois da Vila subimos pelo caminho das Amendoeiras, com alguma dificuldade, mas todos nós nos portamos bem, uns mais depressa outros menos depressa. Sempre a pedalar, fomos ter à parte final do trilho Maravilhas, para depois irmos ter ao estradão que vai dar a um posto de água dos smas. Nos Capuchos recuperámos as energias com umas barritas, fruta e um tabaquito do costume (eu não), o Valenteu atestou o bidon, disse que já tinha bebido um litrada. Continuando descemos pelo sempre espectacular caminho das pontes, já que alguns nunca a tinham feito. O nosso amigo Jorge, cortou-se, disse que ia a filmar pelo estradão, desculpas, o Valenteu trouxe à mão, diz que não repete, o Xico quer repetir em breve, disse que é fixe. Quando chegamos ao pé do Jorge no estradão, faltava 1, o Valenteu ficou muito para trás e nós pensámos que ele tinha vindo com o Jorge, mas não, perdeu-se, lá ficamos nos uns 10 minutos a espera dele porque ele vinha com a bike à mão, enfim… Continuando a descer pelo Rio da Mula, fomos ter a estrada da Lagoa, para depois pedalarmos até à Beloura, passando pela prisão do Linhó, terminando a volta com uns 30 km +/ – e bebermos um gin tónico no Ti Manel, pode ser que ele um dia possa ir connosco, como ele também anda muito, mas mais estrada, pode ser já quarta-feira, quem sabe… ATÉ LÁ…

BT TRETAS E AMIGOS