Os BTTRETAS

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terça-feira, 27 de março de 2007

VOLTA ATÉ À SERRA DE SINTRA

Hoje segunda-feira, como o combinado na véspera, se não chovesse, fomos mais uma vez dar uma volta, mas desta vez, com grandes alterações na equipa; o Cota não quis ir, o Ti Manel também não foi porque tava a chover em frente à casa dele (é pena ele não morar ao pede nós), apareceu o Gonçalo e o Scott. Depois do café combinámos que o melhor era ir até à bela Serra de Sintra, depois o que choveu durante a noite não dava muitas hipóteses. Saímos já eram 8 e 15, em direcção a Vale Flores, já com o Gonçalo a dizer que já não andava à 2 meses, não queria subir muito. Atravessamos a estrada em Ranholas, para de seguida passarmos à frente da Escola Nacional de Bombeiros e da prisão do Linhó. Com sorte tivemos facilidade em passar a estrada do autódromo, para passarmos por de traz dos viveiros das plantas. Pedalando até à estrada da Lagoa Azul, com paragens de manutenção para por ar nos pneus lá fomos e decidimos subir a serra pelos Jipes. Logo ao princípio, iam todos bem dispostos, quando uns caninos (velhotes coitados) se fizeram a nós, com alguma hesitação lá seguimos viagem estrada a cima. A meio já havia baixas, o Scott não se tava a sentir bem e desmontou, mas como a pressa hoje não era muita, paramos para ele descansar. Sem grandes problemas, chegamos à estrada ao fim de 1 hora +/ –. Parou-se e descansou-se. Viramos à direita em direcção ao trilho Maravilha, que diga-se, espero que não estraguem mais do que já esta!!! Aproveitamos e descemos também o trilho da “Ilda” que também não esta fácil ao principio. Continuando antes dos Capuchos entramos dentro da quinta para fazermos umas voltinhas, mas que idéia triste a minha; ao chegar ao fim, tinha de me espalhar, claro, nada de grave, foi mais por burrice talvez. Por fim nos Capuchos. Comeu-se umas barritas e fumou-se uns cigarritos. Veio ter connosco um amigo que se tava a iniciar no BTT, bem equipado, com mapa e tudo, mas era difícil para nós lhe indicarmos trilhos, quando ele não conhecia nada. Seguindo viagem, decidimos descer a serra, tudo corria bem e iamos descontraídos, eu cá atrás aconselhava o Scott a ter cuidado, porque a descida era perigosa, quando olho para a frente já andava o Gonçalo aos papéis, claro que acabou por cair, ainda por cima disse “QUASE NÃO IA CAINDO”, sem mazelas, felizmente, depois de umas boas gargalhadas seguimos. Quase a chegar à estrada, uma maquina que estava arranjar os caminhos, ia nos atropelando. Depois na estrada e já com o Gonçalo a queixar-se de tudo, regressamos depressa a casa, mas desta vez viemos pela Impala, passando à frente das futuras instalações da Decatlon. Chegamos por volta do meio-dia, com Gonçalo a dizer que ia almoçar bacalhau com grão e dormir no sofá o resto da tarde; sempre foram uns 36 km. Duas notas finais; quando se realizar provas na serra, devem ser retiradas as marcações dos trajectos, principalmente quando são plásticos, a serra TAMBÉM É DE TODOS. Aproveito também para dizer que não deve ser só o mato limpo, a porcaria que os “porcos” lá deixam também deve ser retirada por alguém competente para isso. BOAS PEDALADAS.

VOLTA DO MOINHO EM SÃO JOÃO DAS LAMPAS

Hoje reunimo-nos por volta das 8 da manha, com menos uma hora de sono, pois tinha mudado a hora esta madrugada. Com algumas alterações no grupo, o Luís não apareceu, ainda não sei porque, mas veio o Jorge, o Armando do laçarote e o Antunes. Enquanto se bebia o café discutia-se para onde ir; foi o passeio do moinho em São João das Lampas. Saímos 15 minutos depois da hora marcada, como de costume não saímos a horas. Atravessamos a linha do comboio em direcção à Cavaleira, seguindo o caminho até à recta da Granja. Continuando a pedalar, com uma ligeira baixa no amigo COTA (doía a cabeça; fracos) fomos até ao restaurante Amaral, atravessando a estrada para a Terrugem, sempre descontraídos e sem pressa. Continuando a pedalar, começou-se a apanhar um pouco de lama, as dificuldades começaram a surgir, ninguém queria sujar as bikes, pois a lama era só ali na zona. Mais uma paragem forçada devido à cabeça do Jorge um pouco antes da Terrugem. Seguindo caminho devagar passamos a estrada em direcção a Alfaquiques. Já a chegar a São João das Lampas, levamos com um cheiro bastante desagradável, quase não se podia respirar. Com 1 hora e pouco chegamos ao moinho de São João das Lampas, ai descansou-se, comeu-se umas barritas e umas frutas (não havia bifanas desta vez), fumou-se uns cigarritos e deu pra descontrair. Pusemo-nos no mato outra vez em direcção a Olelas, já tudo recuperado e sem dores de cabeça. Em passo aclarado, fomos até a escola da Terrugem para entrar dentro do mato novamente e passar junto de uns cavalinhos que passeavam por ali sozinhos, mas sem nós darmos muita cofiança a eles, não vá o diabo tece-las. Regressamos directos ao Ral onde o caminho tava bastante complicado, lá na frente ia eu, o Antunes e o Xico, quando ouvimos “ENTÃO PÁ”; diz o Xico logo a seguir “Olha já alguém caiu”; nem mais, o amigo Armando deitou-se, sem nós sabermos, mas felizmente nada de grave. Mais uma pausa num dos moinhos velhos e abandonados, ver mazelas e o Antunes a fazer-nos rir (só ele). Descemos rapidamente até à estrada que passa pelo cemitério do Lourel, passamos o Modelo e chegamos a casa por volta das 11 e 15 minutos com uns 30 km ligeiros mas positivos pela companhia e boa disposição. Só um à parte, andar de bike passa dores de cabeça.

terça-feira, 20 de março de 2007

VOLTA DE BELAS

No domingo como de costume lá nos reunimos nós no local combinado, bebemos o cafezito e partimos em busca de um agradável passeio, desta vez com a companhia do Valenteu. Decidimos (eu) ir até Belas, já que nenhum tinha ido por lá. Passamos a linha do comboio para o Algueirão e subimos até à igreja, lá estava o pessoal do bicicletando para a voltinha domingueira. Seguimos em frente até à Barrosa em direcção à passagem de nível do Telhal, depois de passar mos a linha lá entramos no mato e ai começaram os problemas técnicos para alguns, logo na primeira subida começaram a saltar correntes, mas nada de grave por enquanto, na cimo já se começaram a tirar casacos, já aquecia. Continuando a pedalar, mais duas subidas, na ultima e mais complicada apenas foi subida pelo nosso amigo Xico com muito esforço, e lá chegámos à prisão de Belas, onde nos cruzamos com um grupo de betetistas. Passamos a estrada em direcção ao condomínio de Belas, continuando com os problemas de corrente. Depois de varias subidas ligeiras, que ia deixando mossas paramos para descansar e reabastecer a forças. De partida o nosso amigo Luís reparou que o travão da sua bike não estava nas melhores condições, com a ajuda de um clips, sim um clips, lá ficou a bike pronta a rolar. Em direcção ao parque de campismo de Vale de Lobos, passando ao lado fomos até Almornos, em direcção ao Pé da Serra, passando junto à igreja descendo pela serra até à estrada que nos levaria de novo ao Telhal. De regresso à Barrosa sem antes passarmos umas cabritas bem engraçadas que aproveitavam o sol e a erva. Viemos pelo nosso amigo brasileiro e voltamos a passar na igreja do Algueirão, atravesando a linha para o lado de Mem Martins. Chegando a casa cedo por volta das 11 horas, mas com um ligeiro desgaste físico, já que hoje foi preciso puxar pelo cabedal.

quinta-feira, 15 de março de 2007

VOLTA AS PEREIRAS

Pois é com o bom tempo a chegar deixámos a serra e fomos dar uma voltinha até as pereiras, mesmo assim ainda apanhamos bastante lama. Saímos por volta das 8 e 15, passamos a linha para o Algueirão e fomos até ao cemitério de Lourel. Pedalando a bom ritmo chegamos a estrada do Magoito bem depressa, ai para alguns já dava fome e o cigarrito da praxe, mas não continuamos. Ao atravessar o ribeiro, o Xico tentou subir a pedalar, mas é muita fruta, mas valeu tentar. Sem azares nem complicações fomos passar pelas pereiras e parar junto da estrada para comer a barrita do costume, ai tivemos a companhia de um amigo que era da Terrugem e ia até ao Magoito, ia bastante desequipado, só levava a bike. Lá nos fizemos a estrada a caminho de casa, sem antes pelo caminho não ter tido uns ameaços de queda, mas tudo correu bem felizmente. Regressamos pelo Ral até ao restaurante Amaral, fomos ate ao bairro da Cavaleira, ai os meus companheiros de passeio dessidiram ir até ao elefanta azul lavar as bikes que tinham bastante lama. Chegamos por volta das 11 e 15 com uns 30 km nas pernas, foi pouco mas bom.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007

VOLTA DAS PONTES

Ora lá fomos nós para mais uma volta, com algumas trocas na equipa, uns que não foram porque não tinham disponibilidade ou porque não quiseram, outros apareceram, já que há muito que não nos acompanhavam, também fazem falta ao convívio. Mas bom, vamos é à volta. Saímos do local do costume por volta das 8:30, como sempre, eu, o Jorge, o Xico e o Valenteu (que até surpreendeu, parece que trocou a roda da frente e agora anda mais depressa, diz ele). Fomos até à bela Vila de Sintra, depois de termos passado por baixo do túnel da estação de comboios da Portela de Sintra, desde lá encontrámos 2 amigos que quase sempre nos cruzamos com eles até aos Capuchos, depois da Vila subimos pelo caminho das Amendoeiras, com alguma dificuldade, mas todos nós nos portamos bem, uns mais depressa outros menos depressa. Sempre a pedalar, fomos ter à parte final do trilho Maravilhas, para depois irmos ter ao estradão que vai dar a um posto de água dos smas. Nos Capuchos recuperámos as energias com umas barritas, fruta e um tabaquito do costume (eu não), o Valenteu atestou o bidon, disse que já tinha bebido um litrada. Continuando descemos pelo sempre espectacular caminho das pontes, já que alguns nunca a tinham feito. O nosso amigo Jorge, cortou-se, disse que ia a filmar pelo estradão, desculpas, o Valenteu trouxe à mão, diz que não repete, o Xico quer repetir em breve, disse que é fixe. Quando chegamos ao pé do Jorge no estradão, faltava 1, o Valenteu ficou muito para trás e nós pensámos que ele tinha vindo com o Jorge, mas não, perdeu-se, lá ficamos nos uns 10 minutos a espera dele porque ele vinha com a bike à mão, enfim… Continuando a descer pelo Rio da Mula, fomos ter a estrada da Lagoa, para depois pedalarmos até à Beloura, passando pela prisão do Linhó, terminando a volta com uns 30 km +/ – e bebermos um gin tónico no Ti Manel, pode ser que ele um dia possa ir connosco, como ele também anda muito, mas mais estrada, pode ser já quarta-feira, quem sabe… ATÉ LÁ…

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

PÃO COM CHOURIÇO EM NEGRAIS

Ontem, pelas 8:30 lá fomos nós dar mais uma voltinha, depois do café enquanto nos dirigíamos ao local das bikes, decidíamos qual o caminho a tomar. O Luís deu a ideia de Negrais, para comermos um pãozinho com chouriço e assim foi. Directos ao Algueirão, em direcção à igreja fomos pedalando, passamos pelo pessoal do bicicletando, que também deviam estar quase de saída para a volta domingueira, fomos por estrada até ás Raposeiras em direcção à vacaria onde abundava um cheiro bastante desagradável. Com o terreno bastante escorregadio, devido as pedras molhadas, passamos a linha do comboio. Já com as antenas de Almoçageme à vista, alguém teve a ideia de parar para fumar um cigarrito, à qual eu me opus logo de seguida. Sem certezas do caminho, lá fomos pedalando até ao nosso destino, Negrais. Quando não é o nosso espanto, a casa do pão estava fechada, perguntamos a quem sabe onde havia mais e lá nos indicaram outra casa. Depois de 15 minutos para comer e alguns fumarem, lá fizemos a volta de regresso passando pela bela subida junto do cemitério de Almoçageme, descemos depois a vacaria em direcção as Raposeiras, como ainda havia vontade de pedalar mais um pouco subimos o gin tónico para acabar com o resto das forças. Chegamos por volta das 11:15 e eu lá tive de ir trabalhar para não variar, mas soube bem. ATÉ APROXIMA

BT TRETAS E AMIGOS